O MEU PRIMEIRO ATAQUE DE ANSIEDADE

Para ser sincera, sempre fui daquelas pessoas que não dava o devido valor à palavra 'ansiedade'. Não que desvalorizasse, mas também não acreditava que o ser humano não tivesse capacidade para a controlar. Até me acontecer a mim - e sem qualquer sinal de alerta. Sei que a ansiedade é a doença do nosso século e apesar de, por norma, não partilhar situações tão pessoais convosco, sinto que posso ajudar alguém ao expor a minha experiência.

Não consigo pormenorizar o dia, mas posso dizer-vos que foi há cerca de quatros anos. A minha vida estava numa fase de muitas mudanças e imenso trabalho. Descansava pouco, tinha saído há pouco tempo da casa dos meus pais, trabalhava cerca de nove horas por dia num trabalho extremamente cansativo e sentia-me praticamente a fazer malabarismo para conseguir equilibrar a minha vida profissional com a pessoal. Acredito que estivesse sob muita pressão, mas não o queria assumir. Aliás, era a primeira pessoa a dizer que estava a lidar lindamente com todas aquelas mudanças e a rejeitar ajuda quando me ofereciam. Como referi, eu não senti nada que me alarmasse ou alguma mudança radical de comportamentos que pudesse identificar - estava mais cansada e saturada, mas achei que era normalíssimo tendo em conta o meu estilo de vida. Além disso, sempre me considerei uma pessoa um pouco ansiosa, o que acredito que tenha sido mais um motivo para não ver diferenças.

Como alguns de vocês sabem, eu vivia na Margem Sul e um dia, ao passar a ponte para Lisboa, em pleno trânsito, tive o meu primeiro ataque de ansiedade. Estava sozinha e o dia estava extremamente quente - perto dos quarenta graus, como é muitas vezes frequente em Almada. Eu sentia o calor a bater-me no rosto e a maldita fila não andava; tinha havido um acidente na ponte e o tráfego era insuportável. De repente, comecei a sentir o meu coração a acelerar, mas não liguei. Achei realmente que estava apenas a ficar enervada por estar completamente imóvel há mais de um quarto de hora, mas aquela sensação não passava. Aliás, parecia que conseguia sentir a minha pulsação na garganta. Numa tentativa de me distrair, liguei para a minha família, para os meus amigos mais próximos mas, para meu azar, ninguém atendeu. E entrei em pânico. Senti-me a desmaiar literalmente, sem conseguir controlar os batimentos cardíacos, completamente a tremer. Senti as minhas forças a fugirem-me pelo corpo - foi absolutamente horrível. Com o pânico, abri as janelas por completo e as portas e conduzi o carro até à faixa ao meu lado direito que estava fechada. Saí do carro uns segundos, fui até a uma sombra e consegui falar com os meus pais, que obviamente me acalmaram. Eu estava ligeiramente melhor, mas não me sentia bem no entanto, dali não conseguia sair. Ou seja, estava completamente entalada pelo tráfego e numa zona onde não conseguia dar a volta com o carro. Tinha de arranjar coragem e fazer o resto do percurso. Felizmente, um condutor apercebeu-se e deu-me passagem à frente dele, praticamente em frente à portagem; fiquei à sombra e poucos minutos depois, estava na ponte. Consegui chegar à outra margem. Com as quatro janelas abertas, com a música aos altos berros, a tentar desligar-me, ignorar o que o meu corpo estava a fazer e consegui. Ok, passou, de forma gradual, mas passou.

Foi o meu alerta. O meu alerta de que o meu corpo e a minha cabeça precisavam de parar, que eu precisava de procurar o equilíbrio rapidamente. 

Na semana seguinte, fui fazer todo o tipo de análises e estava tudo nos parâmetros normais (fora o meu colesterol, que enfim). O médico disse que, perante o que aconteceu, só podia ser um ataque de ansiedade. Naquele momento, o meu coração caiu. Por segundos, não acreditei que era mais uma vítima de um estilo de vida frenético, que eu nunca quis ter. Receitou-me uns comprimidos sos e eu segui a minha vida. Ora, quem me conhece, sabe que eu sou daquelas pessoas que evita tomar comprimidos. Não sou nenhuma radicalista, mas prefiro optar por métodos naturais e as tradicionais mezinhas do tempo das nossas avós. Assustei-me de tal forma que me despedi do meu emprego e me inscrevi em aulas de pilates. Comecei a fazer yoga em casa e a ler mais, a desligar-me das tecnologias à noite. Nunca mais tive um ataque com aquela intensidade. Por vezes, sentia o início de uma possível situação mais crítica, mas consegui sempre controlar uma possível pioria. Agora, aquela sensação de sentir o meu corpo fora do controlo é agoniante. Por mais que eu queira passar a minha experiência para vocês, é praticamente impossível.  

Aqui nos Açores, é algo muito mais fácil de controlar. O meu estilo de vida é muito mais calmo e não me sinto sujeita a qualquer tipo de pressão. Talvez as situações que mais me intimidem é quando tenho de conduzir para mais longe, sozinha, com os tão frequentes temporais nas ilhas; mas nada de incontrolável, digamos. A quem está nestas situações, deixo-vos o meu apelo para tentarem cuidar de vocês: tentem ouvir o vosso corpo e evitem ao máximo tornarem-se dependentes de comprimidos. Sei que existissem situações que o exigem, mas procurem um médico e juntos, tentem encontrar o problema. Pratiquem actividades que vos façam felizes, rodeiem-se de pessoas que vos façam bem. Ah, e falem sobre o assunto com quem mais amam, porque ninguém deve passar por uma situação destas e não procurar ajuda, pelo menos de quem vos apoia incondicionalmente. 

Já tiveram algum ataque de ansiedade? O que pensam deste tema?





69 comentários:

  1. Nunca passei por isso...mas não deve ser fácil...

    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

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  2. Acrescentaria que falar com um psicólogo é extremamente importante nestas situações. Em primeiro lugar, para entender o que se passa, que possíveis causas estarão associadas a estes ataques de pânico, o que é que os desperta ou que situações são mais críticas. E segundo, para que haja uma tranquilização e normalização do assunto. Claro que normal será não ter os ditos ataques, mas não é tão incomum quanto isso que aconteça. É a doença do século, o stress e a ansiedade. Por fim, a ajuda psicológica também nos dota de estratégias para controlar e atenuar sintomas, estratégias de coping (como lidar com isto) para estas situações.´

    Abrandar, repensar o nosso estilo de vida, estarmos atentos a nós mesmos e conhecermos o nosso corpo é fundamental!

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  3. Não conhecia o teu blog mas gostei imenso ♡ nunca tive nada igual, mas muitas das vezes eu descontrolo-me e choro imenso em situações de mais stress, devido a uma mudança enorme que a minha vida deu (desconfio que será disso, digo eu)

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  4. Eu tenho um problema de ansiedade e tenho algumas vezes esses ataques (ou mesmo ataques de pânico) e entendo bem o que é passar por isso :/
    Realmente ter uma vida mais calma ajuda bastante, para além de que temos mesmo muitas vezes que pensar em mudar ou inserir novos hábitos.

    Beijinhos**
    Rose
    _________________________
    All The way is an adventure
    Jess & Rose Blog | Instagram | Youtube

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  5. I agree with you that anxiety is the disease of our century, I'm glad that you shared with your experiences.

    http://crafty-zone.blogspot.com/

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  6. I can only agree to what you wrote about anxiety!
    xx from Bavaria/Germany, Rena
    www.dressedwithsoul.com

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  7. Nunca tive um ataque de ansiedade mas pela tua descrição parece ser horrível!

    Beijinhos grandes,
    Inês
    http://www.indiglitz.pt

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  8. Que optimo post!
    Adoro que tenhas partilhado a tua historia connosco e, tal como tu, tambem sou apologista das "medicinas" naturais e tratamentos tradicionais.
    O yoga realmente ajuda imenso a ouvir o nosso corpo e a cuidar dele e da nossa mente! E nem de proposito, hoje o meu post tem tudo a ver com isso :D
    Um beijinho enorme
    xx

    https://thathappymess.com/

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  9. Cátia tenho de te conhecer pessoalmente. Em tantas situações já me relacionei contigo que não sei!
    Tive o meu primeiro ataque de pânico há dois anos enquanto fazia um voo Barcelona/Porto. Horrível! Só achava que ia morrer e chorei toda a viagem de 1h30m. Tudo o que o meu marido me disse não serviu para me aclamar de nada me serviu. Já tive mais situações inclusive este fim de semana na sala de cinema. Tenho uma viagem agendada este mês e não sei como vou enfrentar as horas no avião. É horrível!
    Tenho andado melhor devido a um preparado homeopático mas possivelmente também+em devia praticar Yoga.

    Coco and Jeans by Marisa x My Instagram x My Bloglovin

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  10. Nunca passei por nenhuma situação semelhante mas acredito que deve ser bastante complicado...


    A Marca da Marta

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  11. Eu sofro de ansiedade e ataques de pânico e não desejo a ninguém, se não conseguirmos lidar com ela acaba por "comandar" a nossa vida, é horrível!!!
    Beijos, Rafaela do blog - welovecr.blogsoot.pt

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  12. Não sofro mas já assisti a vários de pessoas próximas e é uma dificuldade mesmo para quem tenta ajudar de alguma forma!
    Beijinhoo
    RITISSIMA BLOG

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  13. Eu sofro de ansiedade, tenho uns comprimidos para tomar em SOS que me ajudam bastante a prevenir os ataques de pânico, que costumavam ser frequentes. É algo horrível, mas como tudo, temos de saber lidar :)
    Mil beijinhos,
    fashionpolice.pt

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  14. Como sei o que isso é, felizmente já não tenho e sei como me controlar! Posso dizer que foi uma má fase da minha vida! Um grande beijinho <3

    Inspiring

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  15. Isso da que pensar
    agora meteste-me a pensar bastante nesse assunto
    Beijinhos
    CantinhoDaSofia /Facebook /Intagram
    Tem post novos todos os dias

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  16. Eu tive ataques desses há coisa de três anos? E no verão também. Vi o caso mal parado quando dou por mim a chorar baba e ranho no meio de uma esplanada de café. Mas felizmente consegui controlar, e não tenho problema nenhum em admitir que recorri a uma psicóloga para me ajudar. :)

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  17. Que coisa horrível! Nunca tive, e espero nunca ter.. devemos respeitar a vontade do nosso corpo sempre! Por isso é que me identifico muito com as coisas que dizes por aqui, falas muito em equilíbrio e é algo que eu preso muito na minha vida, o equilíbrio!

    Mil beijinhos,
    http://mimiswardrobe.blogs.sapo.pt

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  18. A ansiedade (e ataques de pânico) é um problema muito sério, que se não for acompanhado de perto pode-se tornar mesmo grave e incapacitante. Nada que não se resolva com psicoterapia :)
    Beijinho

    The Black Blush

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  19. Eu sofro do mesmo.
    Mas eu tenho uns comprimidos para os casos de ansiedade. e maioria dos casos que me dá é devido ao meu trabalho.
    Portanto percebo-te perfeitamente.
    Infelizmente não me posso despedir, porque para além de ansiedade e ter a medicação em caso se emergência, tomo também anti depressivos, porque comecei com inicios de depressão, mas que já esta a ser controlada. Infelizmente nos tempos que correm hoje, a viver sozinha não me posso despedir, porque não dá, não existe forma de ter como pagar as despesas da casa.
    Portanto tenho que me aguentar à bronca. Não quer dizer que caso arranje oportunidade não saía de lá. Trabalhar numa operada é dos piores empregos que se pode ter. Mesmo que digam que estamos de cu sentado, até podemos estar, mas é 8horas e 6 dias por semana a ouvir gritos e más educações.
    Mas enfim...

    Beijinhos,
    www.pirilamposemarte.com

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  20. Great post!:)
    Have a nice day ^^

    XOXO

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  21. Um dia ganho coragem para contar a minha história em torno desta questão. Como te percebo, beijinho

    thebrunettetofu.blogspot.pt

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  22. Eu também ja tive um tinha usn 18 anos, tambem me receitaram uns comprimidos SOS e prometi a mim mesma que ia fazer de tudo para que nunca mais acontecesse. É uma sensação horrivel...

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  23. Eu ja tive algums e posso dizer que é horrivel, muita forza


    http://iameleine.blogspot.com/

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  24. Nunca tive essa experiência, mas tenho algumas amigas que têm muito frequentemente e não é nada bom...
    Obrigada por partilhares esta experiência connosco!
    Beijinhos e força!
    dailyvlife.blogspot.pt

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  25. Felizmente nunca cheguei a esse ponto. Achei o teu testemunho extremamente importante!

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  26. Fico feliz por falares neste assunto, mas claro, não feliz pela situação.. Infelizmente, tenho tido alguns ataques de ansiedade devido a situações familiares e digo-te, por experiência que sem dúvida, é fundamental falarmos disto, ajuda-nos imenso a aliviar o assunto! É também muito importante encontrarmos algo que nos acalme e sobretudo controlar a respiração.

    És linda e muito forte!

    Beijocas,
    ANDA DAÍ!

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  27. Esse teu ataque deve ter sido mesmo um sufoco!
    O meu ataque foi em casa, sentia-me a perder os sentidos quando ganhei forças para ligar ao meu pai e ele disse para eu chamar a ambulância e assim fiz, continuava a sentir-me pior até que chegou a ambulância e novamente não sei aonde tive forças para abrir a porta, só sei que assim que abri a porta fui até ao sofá e deixei-me por lá ficar e eles trataram de mim e eu só chorava e fui para o hospital a chorar. Foi horrível. Tive vários comprimidos para tomar, a médica disse que eu estava prestes a entrar numa depressão mas não quis acreditar nisso, entretanto fui para a Madeira passar uns meses com a minha família e foi lá que me senti recuperada deixando os comprimidos e faz 2 anos que não toco em um e não sei o dia de amanhã mas espero bem não tocar mais.

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  28. Bom nunca cheguei nesse ponto, mas sou super ansiosa desde criança e isso me atrapalha as vezes, minha mãe é duas vezes mais.

    http://www.blogsecretplace.com/

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  29. Anxiety is a widespread problem nowadays...
    My personal solution against it is doing sport or some physical activity on the open air!
    xxx
    S
    https://s-fashion-avenue.blogspot.it

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  30. Felizmente, nunca tive nenhum, mas acredito que seja horrível, obrigada pela partilha querida Cátia, é algo mesmo muito importante e que devemos estar atentas...
    www.styledays.pt

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  31. É fantastico que tenhas partilhado isto aqui, muitos desconhecem o que é ter, verdadeiramente, um ataque de ansiedade.

    Beijinhos! BlogClosetKeeper

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  32. Infelizmente também já passei por isso, é uma situação bastante complicada.
    Beijinhos

    http://dailyprinces.blogspot.pt/

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  33. Sim! ;D

    Já passei por uma situação parecida, mas não sei se foi um ataque de ansiedade...

    Ótima quarta!

    Beijo! ^^

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  34. Infelizmente, sei bem o que é... Costumo ter ataques de ansiedade frequentes :( Temos mesmo, mesmo, que tratar bem de nós!
    Beijinhos,
    An Aesthetic Alien | Instagram | Facebook
    Youtube

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  35. Tive o meu primeiro ataque de pânico aos 6 anos e lembro-me perfeitamente. Nestes 21 anos que se passaram desde esse primeiro já tive muitos, alguns onde acreditei mesmo que ia morrer. Mas como dizes, é importante sabermos ouvir o nosso corpo, trabalhar a mente, pedir ajuda e tentar levar uma vida mais calma, tanto quanto possível.
    Muito importante o teu testemunho.

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  36. Felizmente nunca passei por este género de situação mas acho muito importante teres partilhado a tua experiência connosco, tenho a certeza que vai ajudar imensas pessoas na mesma situação <3 E fico feliz por teres conseguido chegar a um "equilíbrio" <3 é realmente importante ouvir o nosso corpo e mente!
    Beijinhos querida, The Fancy Cats | Japan Candy Box Giveaway

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  37. Felizmente nunca tive nenhum ataque de ansiedade. Talvez porque sempre que sinto o meu corpo a ceder, descanso mesmo sabendo que tenho coisas para fazer. É como se fosse uma defesa. Porém o meu namorado, no início do namoro, tinha imensos ataques desses e orgulho-me de dizer que fui umas das suas grandes ajudas para acabar com eles :)
    Kiss, Mariana Dezolt
    Messy Hair, Don’t Care

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  38. I'm glad that you shared with your experiences.Wish you all the best! xx

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  39. Consigo rever-me perfeitamente no que descreveste. Eu não só tive um, como tive tantos que já nem sei quantos foram, já lhes perdi a conta, chegavam a ser mais do que um por dia e, sinceramente, é agonizante. E aquilo que fizeste foi muito importante para a tua saúde porque te protegeu.
    Espero mesmo que nunca mais voltes a sentir algo do género!
    Um beijinho,
    wallflowerbyines.blogspot.pt/

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  40. É assustador, porque deixamos de ter controlo em nós. E estando sozinha ainda se tornou mais complicado. Nunca tive nenhum, mas acredito mesmo que seja uma experiência agoniante!

    r: Muito obrigada, minha querida *.*

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  41. Sim, as vezes fico com falta de ar também.. e é muito ruim.
    Queria não ter crises de ansiedade! /:

    Um beijo,

    www.purestyle.com.br

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  42. Oi Cátia! Achei linda a sua iniciativa de contar um pouco de si...
    Eu já tive crises de pânico, mas talvez não de ansiedade. Eu sempre fui muito ansiosa e por tanto que já aconteceu a minha Vida, aprendi a respeitar o tempo de tudo e o meu também.
    Posso te dizer, que hoje em dia sou uma "ansiosa" normal.
    A minha fé me ajudou muito. Pois fé é confiança absoluta. Me sinto em paz comigo e com a Vida. Apesar de muitas coisas continuarem acontecendo e as vezes me deixando irritada, sinto que meu modo de ver a Vida afinal, me deixou mais calma...mas em paz. Espero que estejas melhor quanto a tudo isso, porque nosso corpo sofre com o psicologico. Tenha fé minha querida, fé cura a alma. Bjs

    http://maisondemilla.blogspot.com.br/

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  43. I have a long history os panic attacks and anxiety and I know how unpleasant that can be. O have only one advice, try not no take pills for anxiety even if the doctors say that the side- effects are minimal because it is not true, besides it makes anxiety come back worst after. I do my best to avoid situations that originate the panic attacks.
    Wish you many beautiful moments!
    Kisses and hugs,
    Flo from
    https://femeieastazi.blogspot.it

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  44. Infelizmente, sofro muito de ansiedade e conheço muitas das coisas que falas!

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  45. Já passei quando ia entrar para um exame no último ano da faculdade, a chamaram o meu nome e não conseguia andar para a frente ou levantar o braço ou dizer um simples "aqui". Simplesmente o meu corpo não respondia às ordens que a cabeça estava a dar. Lá me consegui sentar num sofá e ligar à mibha melhor amiga para me ir buscar à faculdade. Vivíamos as duas com mais duas pessoas e o caminho para casa não me lembro de ter feito. Sei que ela só me dizia para respirar fundo. Como os meus pais têm uma amiga psicóloga fui a uma consulta. Como já tinha hábito de fazer yoga e meditar foi um caso isolado contudo marcou a minha vida.
    Agora acabei um estágio profissional mas isso será para um post novo. Fui explorada até mais não. Eu que já tinha 4 anos e tal de experiência no mercado de trabalho na mesma empresa havia dias que batia o pé. Resultado? O estágio acabou e vim descansar para o norte. Acho que devemos preocuparmo-nos mais connosco e com a nossa saúde pois sem saúde nada faz sentido, há sacrifícios que fazemos que não valem em nada meter a saúde em casa.
    Bom post. Beijo babe

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  46. Lamento querida mas o que importa é que tudo acabou bem! Nunca tive um ataque assim, mas compreendo perfeitamente a ansiedade e o quão desconfortável deve ser :/ Fizes-te bem em mudar os teus hábitos, a saúde deve estar sempre em primeiro lugar :)
    Beijinhos <3

    www.losingmamind.blogspot.pt

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  47. ui, tantos ... tive e tenho, ansiedade e pânico. Enfim, a terapia anda-me a ajudar imenso!

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  48. Arrepiei-me toda ao ler este post. Deve ser difícil, mas acho muito bonito da tua parte partilhares esta história connosco. Sempre fui muito ansiosa, sempre tive a mania de pensar 10 anos à minha frente, de estar sempre a pensar em tudo, sem me controlar, de viver uma vida stressante onde por vezes nem tempo para mim tenho. Nunca tive algo que considerasse um ataque de ansiedade ou de pânico, no entanto, quando me vou abaixo, tenho ataques de choro constantes, em que se torna difícil de me controlar, começo a tremer, o coração acelera, e mal consigo falar... no entanto o exercício físico tem me ajudado imenso...

    Tenho uma pessoa super próxima a mim, que tem ataques de pânico recorrentes, e é realmente algo muito complicado... Já assisti a um e fiquei sem chão, por não saber o que fazer, enfim, acho que procurar ajuda o mais rápido possível é o mais importante!

    Desejo-te muita coragem e força, és uma mulher de garra e sei que vais continuar a superar isso!
    Um beijinho enorme <3

    http://un-faux-pas.com

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  49. It must be terrible to have an anxiety attack, although I have very stressful moments in my life I think they still do not reach the intensity that you describe here, I hope that now you are better and you have not returned to have an episode like that, it is good to surround yourself with People who think like you and who are positive. Kisses.

    www.urbanikamoda.blogspot.com

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  50. I didn't have anxiety attack but I have a friend who experienced that and is pretty serious :(

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  51. Olá! Eu sou uma pessoa extremamente ansiosa, mas não sei se sofro de fato com a doença ansiedade... só sei dizer que é muito chato ser ansiosa, sofrer por antecipação e essas coisas. Imagino o sufoco que passou, ainda bem que procurou ajuda rápido e conseguiu seguir um estilo de vida melhor. Acho que vivemos em um mundo onde tudo tem que acontecer muito rápido e perfeito, e somos pressionados a sermos felizes com tudo, mas não é bem assim. Temos que prestar atenção nisso e procurar ajuda sempre :) e eu também não sou a maior fã de comprimidos haha

    Beijinhos
    http://tipsnconfessions.blogspot.com

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  52. Tenho muitas crises, é horrivel! Obrigada por compartilhar isso conosco, bjs!

    http://ponyrandom.blogspot.com.br/

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  53. Ótimo post!
    bjs
    http://www.pinkbelezura.com

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  54. como tu sabes sofro imenso, como já falei lá no Blog e até estou de baixa à dois meses por causa dos ataques de pânico e ansiedade e estou a ser medicada, sem os medicamentos não faço nada ...

    Já agora, és linda ❤️

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  55. Ansiedade é uma doença grave e precisa de tratamento! Minha irmã teve esse mesmo ataque que você, trabalhando, e dá do nada mesmo, quando a pessoa está sob stress. Os melhores comprimidos pra ansiedade são os calmantes.
    Beijos!

    Keep Calm Girls

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  56. Que completamente frustrante quando sentimos o nosso corpo a fugir do nosso controlo e não podemos fazer nada de nada. Fico feliz por estares bem. Acredito que o yoga e o pilates te tenham ajudado sobretudo com a parte da respiração.
    Fico também feliz por teres tido a coragem de partilhar isto connosco <3

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  57. Infelizmente (para mim), sofro de ansiedade severa; por vezes, acompanhada de depressão. Tudo diagnosticado. É uma bela de uma treta, é o que é!


    Ms. Telita | Telita LifeStyleFacebookinstagramTwitter

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  58. Oh Cátia, fiquei com o coração nas mãos a ler isto.
    Os meus ataques de pânico/ansiedade começaram aos 12 anos, pelo menos que me lembre. Só que o meu caso nunca procurei ajuda, sou demasiado teimosa e quero fazer tudo sozinha sem chatear ninguém. Às vezes consigo, às vezes não.

    O que interessa aqui mesmo dizer é que não estás sozinha, espero que não aconteça de novo tão cedo porque pode aparecer do nada, acredita, mas sozinha não estás. Não dependas da medicação, parte antes do teu estado de espírito e da maneira como encaras a vida, isso pode ser um factor fundamental mesmo que não seja uma cura.

    Se algum dia precisares ou quiseres falar, sabes onde me encontrar.

    THE PAPER AND INK

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  59. Essas situações são extremamente complicadas...A ansiedade é um problema que me afeta imenso e que acabo por nunca conseguir controlar...Basicamente nem sei o que dizer sobre este tema...No que toca ao evitar os comprimidos estou completamente de acordo!
    Adoro o teu blogue minha querida <3

    Beauty and Fashion | Instagram

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  60. Infelizmente ansiedade já é quase o meu nome do meio :(

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  61. Infelizmente é o meu dia a dia, além de ansiedade, sofro de agorafobia e já tive dois ataques de pânico, vivendo em Lisboa é muito difícil controlar isso, estou a tentar as poucos a passinhos de bebe melhorar isso, mas não é nada fácil.

    MRS. MARGOT

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  62. infelizmente é algo com que vivo ha bastante tempo, ansiedade e ataques de panico e é dificil. tem altos e baixos. tentar manter a mente ocupada ajuda imenso embora s vezes é intrusiva e aparece "do nada" praticamente.

    ja agora, nao sabia que eras da margem sul!! eu tb ahah depois fui pro porto, tive la dez anos e agora estou ca outra vez :)

    https://rrriotdontdiet.blogspot.pt/

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  63. já tive ataques de ansiedade, em inumeros sitios, na cama, no trabalho, a ver um filme. Só quem passa por isso é que sabe o que é, eu estou a tirar psicologia, e os comprimidos ajudam em caso extremo mas o melhor é procurar um psicólogo para ver a causa do ataque! Espero que estejas melhor e pensa positivo sempre, beijinhos
    http://pinkisthenew-black.blogspot.pt/

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